sexta-feira, dezembro 29, 2006

ECS 10

Universidade Federal do Rio Grande do Sul
Pedagogia Anos Iniciais do Ensino Fundamental - EAD
Escola, Cultura e Sociedade
Professora: Vera Corazza
Nome do aluno: Chaine Mello
Pólo: Alvorada
ECS 10

Fiquei muito empolgada com a proposta de escrever uma história coletiva na internet, e ainda mais com a idéia de ler Paulo Freire. Porém fiquei muito confusa com a tecnologia, encontrei dificuldades em usar o espaço wikihistórias, por causa da tela cinza que muitas vezes apareceu e principalmente porque algumas vezes salvei e quando fui verificar tinha perdido tudo. Ao começar a escrever a história percebi que muitas pessoas estavam apenas fazendo relatos e não uma história em si. Aí fiquei em dúvida quanto ao que escrever, mas no final resolvi entrar no embalo. Gostei muito desse espaço e das discussões, gostei da leitura e penso que foi fundamental para fazermos uma reflexão sobre a nossa prática e repensar que tipo de professores estamos formando e que tipo de professores queremos formar. Vemos que muitos professores deveriam repensar seus papéis. Chamou muita atenção no livro a questão do professor ser um exemplo vivo de seu ensino, já que a teoria que ele “prega” deve ser coerente com sua prática, pois ele é a referencia para seus alunos e querendo ou não influencia em suas vidas.

Acredito que tudo que vivenciamos nesse semestre foi muito novo, muito desafiador, mexeu com as nossas estruturas, nos fez sair do habitual. De tudo que passei esse semestre, de todas as dificuldades, as pequenas vitórias, o choro desesperador, o riso ao perceber a ajuda das minhas colegas-amigas, o amargo de saber que meu nome estava na lista roxa, a felicidade de concluir mais um trabalho, de tudo enfim, ficou a certeza de que estou no caminho certo, de que aqui é o meu lugar.

Deixo aqui um “beijo muito enorme demais” e um abraço do tamanho da rede virtual que criamos a todas as pessoas que caminharam junto comigo...

FELIZ 2007... MUITA PAZ! MUITA LUZ! MUITOS BEIJO E ABRAÇOS, MUITO CRESCIMENTO, MUITA SAÚDE....E UMA MONTANHA DE FORÇA PRÁ CONTINUAR ESSA CAMINHADA!

quinta-feira, dezembro 28, 2006

Universidade Federal do Rio Grande do Sul
Pedagogia Anos Iniciais do Ensino Fundamental - EAD
Escola, Cultura e Sociedade
Professora: Vera Corazza
Nome do aluno: Chaine Mello
Pólo: Alvorada
ECS 8
A atividade de integração foi bem difícil, mas certamente muito gratificante e edificante, já que foi possível ter o contato com pessoas de diferentes pólos, e assim, ampliar nossa visão de como as outras pessoas estão sentindo o curso.
Como tínhamos que procurar as imagens iguais as nossas, tivemos que visitar muitos blogs encontrei blogs dos estilos mais variados, muitos deles caprichadérrimos, com estilos próprios, percebi que apesar das nossas dificuldades com a tecnologia (a maioria dos colegas afirmava isso) os blogs estão muito bons. Ao trocar nossas experiências fica claro algumas coisas: o tempo é um fator muito difícil de se trabalhar, ainda, por muitos. Talvez porque o pessoal não estava se “programando” para o curso. Tivemos que adaptar nossa rotina já no meio de um ano letivo, nossa carga horária, o planejamento das aulas, todo o trabalho extra da vida de um professor. As tecnologias, muitos de nós não estavam acostumadas com ela, no máximo ler e-mails, mandar e-mails, usar a Internet para inscrições (no vestibular da UFRGS, por exemplo), digitar algum texto no Word, utilizar o Orkut, etc. Tivemos que nos adaptar a marra. E vejo que nos saímos muito bem! Outra coisa: todos nós já ficamos em algum momento totalmente perdidos, loucos, confusos, com medo e vontade de desistir...Isso é unânime!... Mas sempre apareceu uma mão amiga para nos amparar, um ombro amigo, para suportar nossas cabecinhas, e um lencinho de papel amigo para enxugar nossas lágrimas.
Mais coisa bacana dessa atividade é que logo depois veio a festa dos calouros, então foi possível reunir e ver aquele pessoal que conhecemos através do blogger. Fiquei o tempo todo tentando encontrar aquelas pessoas dos blogger que mais gostei e que eram do meu grupo.
Enfim, a atividade foi árdua, mas seu fechamento foi um SUCESSO! Desejo muito SUCESSO para todas as pessoas em que eu invadi o blogger... E nos veremos na festa de formatura, que certamente será um SUCESSO!!!


segunda-feira, dezembro 18, 2006


Buenas, essa semana estou com todo gás, correndo atrás do tempo, colocando minhas atividades em dia.
É isso, galera! Pode crer que eu chego lá!
Nos vemos na linha de chegada!
Bjo

terça-feira, dezembro 12, 2006

Universidade Federal do Rio Grande do Sul
Pedagogia Anos Iniciais do Ensino Fundamental
Escola, Cultura e Sociedade
ECS 9- Trabalho em grupo Letra C - Versão Final
Componentes do grupo: Carla Adriani Drago Dinnbier, Carla Cristine Finato, Carmem V.Wichrowski, Chaine Mello Rodrigues, Maria Beatriz lemos Dornelles, Maria Beatriz Santos Guterres, Maria Fernanda da Silva Martins, Maria Gabriela Ferreira SargentiPólo de Alvorada
Professora Vera Corazza
Síntese e análise dos capítulos Introdução e Ensino, Ciência e Ideologia
Introdução
Marx e Engels não publicaram nenhuma obra específica sobre Educação nem formularam nenhuma teoria pedagógica. Criticavam o Capitalismo e , como conseqüência, abordavam questões educativas. Seria através da Educação que as classes trabalhadoras poderiam desenvolver a consciência e a razão.Para a conquista de uma sociedade igualitária e sem relações de dominação era necessária a emancipação social do indivíduo. Ambos criticavam a alienação trazida pela Igreja e, pela dominação capitalista.
ENSINO, CIÊNCIA E IDEOLOGIA
Engels coloca que há uma divisão do domínio do conhecimento em três grandes seções.A primeira trata das ciências que se ocupam da natureza inanimada e que podem ser tratadas, de certa forma, matematicamente.(Matemática, Astronomia, Mecânica, Física, Química)Engels questiona a exatidão destas ciências. Considera as verdades trazidas, não absolutas e justifica sua opinião, trazendo alguns exemplos onde, com o passar do tempo, os fatos científicos puderam ser reconsiderados e resignificados.A segunda seção se refere às ciências que tratam do estudo dos organismos vivos. Ele traz a convicção de que pouco se sabia a respeito dos seres vivos e de sua constituição orgânica.Por último, fala sobre as Ciências Históricas: ?... quando excepcionalmente se consegue conhecer o encadeamento íntimo das formas de existências sociais e políticas de um período, isso só se verifica normalmente quando essas formas já se encontram a meio de sua existência, quando estão a caminho do declínio. Neste caso, o conhecimento é essencialmente relativo, pois se limita a compreender o encadeamento e as conseqüências de certas formas de sociedade e Estado só existentes em determinado tempo e em determinados povos e transitórios por natureza?. A partir da reflexão e questionamentos sobre as ditas ciências, conclui que a verdade não é absoluta, nem eterna.Engels contrapõe as ?modernas ciências naturais? ao que chama de intuições filosóficas sobre a natureza e às descobertas realizadas pelos árabes. Segundo ele, as Ciências naturais iniciaram na época da Reforma. Um novo mundo começava a se configurar trazendo rupturas com o antigo. Os indivíduos se acharam dominados por um espírito de aventura.Não eram escravos do trabalho, participavam ativamente da sua condição de ?ser político?. O clero perdeu o monopólio da leitura e da escrita.Copérnico separou Ciência e Teologia. Entretanto, segundo Engels, em Dialética da Natureza,os progressos observados a partir desta época traziam questionamentos e novas hipóteses em relação à concepção da natureza mas, ainda no presente, idéias equivocadas continuam a ser ensinadas em muitas escolas. Através de suas idéias e teorizações sobre as mesmas Marx e Engels questionaram verdades dadas como absolutas possibilitando que os indivíduos refletissem e questionassem sua condição e as relações existentes entre as classes.

Referências Bibliográficas:MARX & ENGELS. Textos sobre educação e ensino. São Paulo: Moraes, 1983.

Questões:
1-Que relação poderíamos fazer com nossos alunos, a partir da afirmação de que ?nenhuma verdade é absoluta??
2-Refletindo sobre nosso contexto atual, de que forma poderíamos trabalhar criticamente com o ensino de Ciências, em classes de Séries iniciais?
3-Partindo das idéias de dominantes e dominados como poderíamos, por exemplo, conversar sobre as idéias essenciais através da análise da hora do recreio em uma escola de classes regulares? Que situações poderiam ser trazidas para análise e reflexão juntamente com os alunos?

terça-feira, dezembro 05, 2006


UFRGS
PEDAGOGIA ANOS INICIAIS DO ENSINO FUNDAMENTAL
DISCIPLINA: ESCOLA CULTURA E SOCIEDADE
PROFESSORA: Vera Corazza
ALUNA: Chaine Mello
PÓLO: Alvorada
ECS4
Sempre que posso dou uma olhadinha no blog dos meus colegas, mas para essa atividade procurei blogger beeeeeeem "desconhecidos" para mim, uns que nunca entro...e fiquei muito admirada com estes...Nossa! Tem blogger lindos, super transados, e aí já dá prá perceber a evolução dos colegas.
O primeiro que visitei foi o da Adriana Fraga Soares, ela fez um trabalho encantador, dá gosto de visitar esse cantinho..."Educar é....", e não dá vontade de sair. Tem fotos lindas, imagens graciosas, além disso dá uma pontinha de inveja...já que ela está com tudo em dia.
Conheci o blogger da Elise Mello, nunca havia estado ali, e "acho" que não a conheço pessoalmente, é tão gostoso saber um pouquinho da vida de nossos colegas.
No sábado almocei com um grupo de colegas, e dentre estas estava uma figurinha, chamada Marili, entrei no blogger dela é ... Percebi o crescimento dela, desde as primeiras postagens até hoje, tem muita coisa bacana, fotos legais...E pelo o que ela estava falando naquele dia, imaginei um blogger bem diferente, nossa ela está super bem. O mais legal é que consegui ficar sabendo um pouco mais de uma colega que chamou minha atenção naquele almoço pelo seu carsma e simpatia.
Resumo da ópera: foi bom constatar como estamos crescendo...e... tenho que me puxar mais!

sexta-feira, novembro 10, 2006

ECS7

UFRGS
PEDAGOGIA ANOS INICIAIS DO ENSINO FUNDAMENTAL
DISCIPLINA: ESCOLA CULTURA E SOCIEDADE
PROFESSORA: Vera Corazza
ALUNA: Chaine Mello
PÓLO: Alvorada

Marx nasceu em 1818, na Alemanha, numa família de classe média, formou-se em filosofia e trabalhou como jornalista, vindo a falecer em 1883. Seu companheiro de idéias e lutas políticas, Engels nasceu em 1820, em Barmen, também na Alemanha. Filho mais velho de um rico industrial protestante.
Marx recebeu influências de uma Alemanha com um governo autoritário. Ambos tinham o objetivo de assimilar de maneira crítica as principáis correntes do pensamento europeu, o socialismo utópico, a dialética e a economia política.
Consideravam que a sociedade capitalista sempre seria imperfeita, com isso analisavam a organização do trabalho , logo, as classes sociais e os conflitos que, para eles, eram gerados pela diferença de seus interesses.
A classe dominante (burguesia) impõem seus valores e idéias como sendo a única visão correta, fazendo com que a classe trabalhadora absorva esses valores e pense como a classe dominante, encaixando-se nesse padrão de vida e se submitendo a exploração.
Para eles a educação desempenha o papel de transmitir a ideologia da classe dominante, as regras de funcionamento da escola, seus conteúdos e abordagens só vêm reproduzir a desigualdade na sociedade capitalista.
A educação fornecida para os trabalhadores têm o objetivo de reforçar a ideologia da classe dominante como correta e fazer com que aprenda-se apenas o necessário e suficiente para lidar com os seus instrumentos de trabalho, disciplinando-os e treinando-os, tornando-os assim "eficientes".
Marx vê o conhecimento como fonte de poder. A partir do momento em que a classe trabalhadora tiver acesso ao conhecimento e atuar dentro e fora da escola, ela se tornará uma instituição representativa dos interesses da classe, e finalmente ocorrerá a transformação social.

segunda-feira, outubro 30, 2006

UFRGS
Pedagogia - EAD
ECS-6

Segundo Weber a dominação pode fundar-se em diversos motivos de submissão, tais como, interesses e vantagens por parte de quem obedece, costume, hábito, tradição ou então por puro afeto. Vejamos os três tipos puros de dominação:

Dominação Legal: essa se dá a partir de um estatuto, regra, lei ou regulamento. Aquele que ordena é o “superior”, cujo direito de mando está legitimado por uma regra estatuída. O dever de obediência está graduado numa hierarquia de cargos, com subordinação de inferiores aos superiores, sem a menor influência de motivos pessoais e sem influências sentimentais de espécie alguma. Seu tipo puro é da dominação burocrática.
Vemos esse tipo de dominação nas Escolas, onde os professores são concursados, porém, pode haver influências de motivos pessoais e sentimentais, pois algumas vezes formam-se as relações de “compadres” entre os profissionais e são oferecidas vantagens a alguns, enquanto outros, têm que seguir rigidamente o estatuto da instituição. Isso ocorre também na relação professor/aluno, quando ele ameaça seus alunos através das notas, das avaliações.
Situação Poder/Hierarquia - Certa vez entrei em desacordo com uma vice-diretora, tínhamos visões bem diferentes quanto ao ensino/aprendizagem, e a educação em geral. Então ela me chamou na “sua” sala, fechou a porta e disse: “olha, acho bom tu não questionares muito, afinal de contas tu estás no estágio probatório. Isso pode te prejudicar muito”.

Dominação Tradicional: ocorre em virtude da crença na santidade das ordenações e dos poderes senhoriais. Quem ordena é o “senhor”, e os que obedecem são seus “súditos”. O conteúdo das ordens está fixado na tradição. Seu tipo puro é da dominação patriarcal. O quadro administrativo consta de dependentes pessoais do “senhor” (nepotismo) ou pessoas que estejam ligadas por vínculo de fidelidade, por exemplo, CC (Cargo de Confiança). Ou ainda as dominações religiosas, nas igrejas, templos, etc.
Situação Ser/Estar - Percebe-se esse tipo de dominação na escola, quando a criança ou até mesmo os adultos da EJA, vêem o professor como o “detentor do saber”, e existem muitos professores que “investem” nessa imagem.

Dominação Carismática: em virtude de devoção afetiva à pessoa do senhor e seus dotes sobrenaturais (carisma), revelações ou heroísmo, poder intelectual ou oratória. O tipo que manda é o “líder”, o que obedece é o “apóstolo”. O quadro administrativo é escolhido segundo carisma e vocações pessoais, e não devido à sua qualificação profissional, à sua posição ou à sua dependência pessoal.
Temos um exemplo histórico, os sofistas, esses homens usavam seus poderes intelectuais e de oratória para ludibriar o povo, ganhar dinheiro. Talvez daí, tenha se originado muitos dos políticos atuais, a maioria deles são demagogos, com sua conversa pomposa, suas promessas de vidas melhores, seus pequenos favores, seu assistencialismo que alimenta o sonho do povo.
A mídia todos os dias cria e destrói líderes carismáticos, a Globo, a cada nova novela das oito, modela uma nova heroína, que venderá a “vida perfeita”, o cabelo perfeito, a roupa certa, o estilo de vida ideal. O país onde o ideal seria ao menos ter comida no prato todos os dias, fica ali absorvido pelo seu carisma e seus “quilos” de maquiagem, que foram substituídos pelos quilinhos “extras”, através de lipoesculturas e dietas moderníssimas, enquanto o povo passa fome.
Ainda vemos esse tipo de dominação nas instituições de ensino, quando o professor aproveita a afetividade dos alunos para dominá-los e assim manter o poder sobre a situação. Ou quando os professores tentam bajular os colegas e a equipe diretiva para assim terem regalias.


domingo, outubro 29, 2006

UNIVERSIDADE FEDERAL DO RIO GRANDE DO SUL
LICENCIATURA EM PEDAGOGIA À DISTÂNCIA ANOS INICIAIS DO ENSINO FUNDAMENTAL
ECS4

1) Qual a posição de Durkheim frente ao que diz Stuart Mill?
A posição de Durkheim frente ao que diz Mill analisa a influência das relações sociais entre as diferentes gerações e dos fatores sócios-politicos-culturais de onde estamos inseridos, pois, para ele educação é a ação que indivíduos de gerações diferentes exercem uns sobre os outros.

2) Quais as duas ressaltadas por Durkheim? Explique o ponto fraco em que incorrem:
As duas questões ressaltadas por Durkheim remetem a dois teóricos, o primeiro deles, Kant, que diz “o fim da educação é desenvolver em cada individuo, toda a perfeição de que ele seja capaz”, essa é a visão do desenvolvimento harmônico. E temos ainda a visão de James Mill, com a definição utilitária, segundo a qual a educação teria por objeto “fazer do indivíduo um instrumento de felicidade, para si mesmo e para seus semelhantes”.
O ponto fraco dessas definições é que elas partem do postulado de que há uma educação ideal, perfeita, apropriada a todos os homens.

3) O que é preciso de acordo com Durkheim, para definir educação?
Para definir a educação é preciso considerar os sistemas educativos que existem ou tenham existido, fazer uma revisão histórica do indivíduo, observar os pontos em comum, pois o conjunto destes caracterizará a definição de educação.

4) De acordo com Durkheim, que fatos levam cada sociedade a fazer do homem certo ideal, tanto do ponto de vista intelectual, quanto físico e moral?
De acordo com Durkheim os fatos que levam a sociedade a fazer do homem certo ideal tanto do ponto de vista intelectual quanto físico e moral é um conjunto de idéias acerca da natureza humana, sobre a importância respectiva de nossas diversas faculdades, sobre o direito e sobre o dever, sobre a sociedade o indivíduo, o progresso, a ciência, a arte.

5)Segundo o autor, que função o "ideal" a ser realizado têm que suscitar na criança?
O “ideal” a ser realizado tem por função suscitar na criança:
* Certo número de estados físicos e mentais que a sociedade considera como indispensáveis a todos os seus membros;
* Certos estados físicos e mentais, que o grupo social particular (casta, classe, família, profissão) considera igualmente indispensáveis a todos que o formam.
A sociedade, em seu conjunto e cada meio em particular, é que determinam este ideal a ser realizado.

6) A partir da definição "A educação é a ação exercida pelas gerações adultas sobre as gerações que não se encontram ainda preparadas para a vida social; tem por objeto suscitar e desenvolver, na criança, certo número de estados físicos, intelectuais e morais, reclamados pela sociedade política no seu conjunto e pelo meio especial a que a criança, particularmente, se destine" o que conclui Durkheim? Explique:
Durkheim conclui que somos frutos do meio social em que vivemos, afinal de contas “o homem não é humano senão porque vive em sociedade”, sendo assim os adultos têm como função principal transmitir às crianças valores e ajudá-las a desenvolver-se fisicamente e intelectualmente. Contribuindo assim para uma sociedade ideal.

7) Como o autor explica que sociedade e indivíduo são idéias dependentes?
A sociedade é o reflexo do indivíduo e o indivíduo é o reflexo da sociedade, em que está inserido, afinal, “se vê a que reduziria o homem, se retirasse dele tudo quanto a sociedade lhe empresta: retorna à condição animal”, assim o homem através de seus esforços em melhorar e em progredir pôde avançar um pouco mais em cada geração, e esses esforços não ficaram perdidos, “ao invés de se dissipar, todas as vezes que uma geração se extingue e é substituída por outra, a sabedoria humana vai sendo acumulada e revista, dia a dia, e é essa acumulação indefinida que eleva o homem acima do animal e de si mesmo.”








Oi pessoal!
Esta é a minha imagem para a ECS 8.
Quem tem igual?
chainemello@gmail.com